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Solteira, casada, gay, divorciada, jovem, madura... todas podem ser mães!

Por: LIFETIME Brasil

Os tempos mudaram, e as mães também! Aquela imagem de família ideal, com a jovem dona de casa, o marido que sai para trabalhar e os adoráveis pequenos não só demonstrou não ser tão ideal como parecia, mas também, nos últimos anos, perdeu muito de sua relevância.

A mudança cultural é evidente: as mulheres de todas as idades estão começando a ver a maternidade por um outro ângulo. As que já se encontram no momento que se considerava apropriado para serem mães hoje são livres para colocar sua atenção em outros projetos (de trabalho, pessoais, etc.) e a sociedade está começando a aceitar que as meninas e jovens mulheres tenham outros sonhos além de se tornarem esposas e mães perfeitas. 

Nesse contexto, as que decidem seguir o caminho da maternidade poderão ver que o leque de opções para isso está muito mais amplo, em vários sentidos. 

Por exemplo, graças aos avanços culturais e científicos, agora é possível conceber em uma idade mais avançada que antes. As técnicas e tratamentos de fertilidade assistida acabaram (ou pelo menos reduziram) com a pressão do relógio biológico, que não tinha piedade das mulheres que chegavam aos 30 anos. Além disso, a adoção também se tornou uma possibilidade viável. 

Por outro lado, há a questão do casamento: hoje em dia, há mães casadas, mães solteiras, mães divorciadas, famílias com filhos de diferentes casamentos, famílias com pais homossexuais, e nenhuma dessas formas é considerada melhor ou pior que as demais, nem para as mães e nem para o desenvolvimento adequado dos filhos. 

Como podemos ver, há muitíssimas maneiras de ser mãe atualmente, e cada uma de nós tem a liberdade de escolher o modo e o momento que mais se molde a nossos desejos e estilo de vida, deixando para trás estereótipos clássicos e a pressão social.

E você? Experimentou alguma dessas novas formas de maternidade?


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Fonte: M de Mujer