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Sabe essa onda de violência que estamos vivendo? A ciência diz que culpa é dos homens

Está acompanhando a onda de violência que tem tomado conta do mundo, inclusive com renascimento de ideais fascistas? 

Pois é. Pode pôr na conta dos homens. 

E não somos nós que estamos dizendo, é a ciência. 

Um estudo realizado nas escolas e universidades americanas revelou dados escandalosos: meninos têm mais propensão a reprovar as matérias, a apresentar transtorno de atenção, hiperatividade, desenvolver obesidade, ficar viciado em álcool ou drogas, virar assassinos em série, ser preso e morrer por overdose ou suicídio.

No ensino médio, 70% deles têm notas baixas, mais chances de serem suspensos ou de não se formarem. Raramente são eleitos os melhores alunos da classe.

Embora as mulheres ainda sejam minoria nas universidades, elas têm mais chances de levar os estudos adiantes e fazer um doutorado, por exemplo. As solteiras têm 2,5 mais probabilidades de comprar uma casa própria. Já os homens solteiros normalmente vivem com os pais. 

Em quase todo o  mundo, cerca de 90% dos homicídios são cometidos por homens – a maioria por motivo torpe: briga no trânsito, discussões sobre política, “traição”, dívidas, etc. 

Homens mais jovens, até 30 anos, sofrem cinco vezes mais acidentes que as mulheres.

Apesar de tudo isso, para cada um dólar que um homem ganha, uma mulher embolsa 80 centavos em empregos similares. 

Por que isso acontece? 

Muitos especialistas atribuem essa tendência à violência e ao fracasso ao papel “tradicional” do homem na sociedade, e também à forma como são criados: não pode chorar, não pode brincar com meninas, não podem ser derrotados, são estimulados a brincar de forma bruta, com pancadaria e correria, precisam ser provedores e protetores de sua prole. 

Nas Américas, a situação é bem pior que na Europa. A taxa média de homicídios é de 16 a cada 100 mil habitantes. No Brasil esse número salta para quase 30 a cada 100 mil – sendo 94,6% de vítimas do sexo masculino. Nos países europeus, o número cai para 3 a cada 100 mil. 

Muitos homens europeus estão escapando do seu destino violento graças a uma educação mais humanizada e empática, com respeito às mulheres e às diferenças. 

Para você, qual é a saída possível para mudarmos essa realidade? 

 

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