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Medusa: de vilã a ícone feminista na internet!

Um dos capítulos de maior destaque da mitologia grega é sem dúvida a lenda de Medusa. Sua história foi representada desde antes de Cristo em vasilhas, templos e todo tipo de obras artísticas. A mesma imagem foi replicada no mundo todo, até que o artista argentino Luciano Garbati se perguntou como poderia dar uma reviravolta simbólica à sua concepção tradicional. E foi assim que criou uma estátua que gerou uma revolução em tempos de empoderamento feminino. 

A nova versão da Medusa, de mais de dois metros de altura, inverte os papéis do clássico mito: já não é Perseu quem decapita a linda mulher, mas ela que corta a cabeça dele com uma espada e a exibe, gloriosa. A imagem se tornou viral, sobretudo nos Estados Unidos, onde foi replicada milhares de vezes nas redes sociais, acompanhada da frase: “Be thankful, we only want equality. Not payback" (“Seja grato, nós só queremos igualdade, não vingança”).

São tempos de mudança. De maneira global, diversas organizações lutam para dar visibilidade às problemáticas de gênero que afetam as mulheres. O movimento #MeToo, nascido nos Estados Unidos, é um dos pioneiros e o que teve a maior exposição. É por isso que o artista argentino foi convidado a expor sua particular Medusa em uma galeria de Manhattan, Nova York.


Quando ela encontra a certidão de nascimento de um bebê desconhecido na casa de sua recém-falecida mãe, sua vida vira um inferno. PASSADO ROUBADO - nesta terça, às 22h20 no Lifetime Movies. 


Fonte: Infobae